Quem era a oficial que morreu em centro de pesquisa da Marinha na USP
A oficial da Marinha do Brasil Beatriz Fickert Santoro, que morreu nessa quinta-feira (24/9) no Centro de Pesquisas da Marinha dentro da Universidade de São Paulo (USP), no Butantã, zona oeste de São Paulo, tinha 33 anos e vivia na região do Alto Tietê, na Grande São Paulo. As causas da morte de Beatriz ainda não foram esclarecidas.5 imagensFechar modal.1 de 5Reprodução2 de 53 de 54 de 55 de 5Beatriz trabalhava…
Por Redação Pauta BREdição: Mesa de edição Pauta BR2 min de leitura
Quem era a oficial que morreu em centro de pesquisa da Marinha na USP · Imagem: Source: www.metropoles.com
A oficial da Marinha do Brasil Beatriz Fickert Santoro, que morreu nessa quinta-feira (24/9) no Centro de Pesquisas da Marinha dentro da Universidade de São Paulo (USP), no Butantã, zona oeste de São Paulo, tinha 33 anos e vivia na região do Alto Tietê, na Grande São Paulo. As causas da morte de Beatriz ainda não foram esclarecidas.5 imagensFechar modal.1 de 5Reprodução2 de 53 de 54 de 55 de 5Beatriz trabalhava como oficial engenheira mecânica da Marinha no centro de pesquisas da USP. Em suas redes sociais, também há o registro de que ela se casou recentemente, em março deste ano.A ocorrência com o registro do óbito foi feita no 7º DP (Lapa), mas o caso será investigado pela Polícia Federal (PF) por se tratar de morte ocorrida em área sob jurisdição da União.A morte de BeatrizDe acordo com a polícia, Beatriz já chegou morta ao Hospital Universitário, que fica a poucos minutos de distância de seu local de trabalho. O corpo foi transportado por uma médica da Marinha, que é capitã de corveta. Leia também São PauloPM cerca Paraisópolis em “maior operação contra o crime organizado” São PauloMistério cerca morte de oficial da Marinha em centro de pesquisa na USP São PauloDatafolha: Tarcísio tem 50% ante 30% de Haddad, e venceria em 1° turno hoje São PauloHaddad ataca Tarcísio por se apropriar de operações do MPSP: “Não é xerife” No entanto, na chegada ao hospital, a médica que fez o primeiro atendimento se negou a registrar a declaração de óbito porque o corpo já não apresentava sinais vitais, e havia indícios de que a morte havia ocorrido há algum tempo.O Metrópoles pediu mais informações sobre o caso à Marinha do Brasil e aguarda um posicionamento.
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