O governador reeleito de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), afirmou neste domingo (4/10) que tem certeza de uma vitória de Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno e anunciou que irá participar da campanha do senador.“Tenho certeza que a vitória do governo federal está chegando e vai chegar em breve. […] Porque o que falta para a nossa missão estar concluída neste ano eleitoral é eleger Flávio Bolsonaro presidente da República”, disse Tarcísio. O político afirmou que vai viajar para encontrar o presidenciável em Brasília, ainda nesta semana, para auxiliá-lo na campanha.Eleito com recorde de votos no primeiro turno, com 62,65% dos votos válidos, Tarcísio comemorou a votação com aliados em um espaço de eventos na Vila Olímpia, zona sul de São Paulo. Em entrevista aos jornalistas, ele agradeceu os paulistas pela confiança.“Quando a população te dá um resultado desse, extraordinário, o maior resultado da história desde a redemocratização, com uma votação recorde, a gente tem que dizer realmente muito obrigado. Ela está dizendo: ‘olha, houve um trabalho, a gente sabe que tem muito a fazer, mas a gente está te entregando um voto de confiança novamente’. E é esse voto de confiança que a gente tem que honrar”, afirmou. Leia também São PauloTarcísio de Freitas vence no 1º turno e é reeleito governador de São Paulo São PauloTarcísio vence na capital após derrota para Haddad na região em 2022 São PauloReeleito, Tarcísio perdeu em apenas 2 municípios da Grande São Paulo São Paulo“Tempo da justiça vai chegar”, diz Tarcísio sobre Bolsonaro após reeleição Questionado se cumpriria os quatro anos de mandato, no entanto, Tarcísio não respondeu. Como já mostrou o Metrópoles, o governador é cotado para disputar a presidência da República em 2030 e teria que abandonar o mandato antes do prazo para concorrer no pleito.Durante a entrevista, o governador também celebrou a vitória dos aliados Guilherme Derrite (PL) e André do Prado (PP) para o Senado Federal. Tarcísio disse que a nova composição da Câmara e do Senado poderá ajudar a equilibrar o sistema de freios e contrapesos no país, em referência ao Supremo Tribunal Federal (STF). Cabe ao Senado votar o impeachment de ministros.“Eu tenho certeza que, a partir disso, vai ser possível reestabelecer a harmonia entre os poderes, reestabelecer o sistema de freios e contrapresos que não vem funcionando”, afirmou.








